Leash: Como usar e porque

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Saiba a melhor forma de utilizar o seu equipamento de segurança.


O leash é um elemento essencial para a segurança de quem prática Stand Up Paddle. Ele garante que o supista não perca a prancha durante a remada e ainda protege os banhistas de levarem com uma prancha em cima. Entretanto, existem algumas dicas para o uso e escolha do melhor equipamento.

O tamanho ideal para um leash é de no mínimo 20 centímetros a mais que o tamanho da prancha. Esta medida garante uma folga caso o supista caia pra frente, evitanto que ele seja puxado e para cima da prancha. Entretanto os tamanhos variam e um leash muito grande pode também atrapalhar a remada, gerando arrasto quando está em contato com a água. Por este motivo, muitos preferem os leashs em espiral, como fios de telefone, este modelo garante a segurança e o conforto, uma vez que não fica dentro d'água. Mas, como nada é perfeito, estes modelos partem-se mais facilmente devido ao impacto da espiral. Em situações com ondas grandes, por exemplo, ele pode arrebentar e deixar o surfista em apuros. Por isso, para o surf, o ideal mesmo é usar dois leashs, o oficial e o reserva. Se um partir, o outro equipamento pode garantir a segurança.

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Goofy ou Regular?

A escolha do pé em que vai preso o leash varia de acordo com a sua posição na prancha. Goofy é a denominação para quem surfa com o pé esquerdo atrás, regular, é quem surfa com o direito posicionado atrás. Independende da nomenclatura, o leash deve sempre ser preso à perna base, ou seja, à perna que fica na parte de trás da prancha.

Tornozelo ou Panturrilha?

O mais comum é vermos pessoas utilizando o leash no tornozelo por ser mais cômodo, já que não é preciso apertar muito o equipamento para que fique fixo. Já na panturrilha, a força da gravidade exige que o velcro seja mais apertado. A vantagem de se ter o leash preso à panturrilha é que a peça fica mais ao alcance das mãos. Em caso de emergência, o leash pode ser solto mais facilmente. Por isso, é comum vermos supistas de rios e lagos utilizando o feixo na panturrilha. Nesta prática, o equipamento pode ficar preso em troncos e rochas, precisando ser rapidamente liberado. Outra variação são os leashs de cintura, utilizados pelos supistas de corredeiras, que garantem uma prática ainda mais segura.

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Lembre-se

Se você "apagar" por algum motivo a prancha presa a seu pé pode salvá-lo.

Cheque sempre o equipamento. Os fios de nylon e seus nós.

Giradores devem girar para a cordinha não enrolar. Lave com água doce para ficar livre de areia e sal, que, por serem abrasivos, a emperram e desgastam. Alguns são presos por parafusos que podem desenroscar com o uso. Reaperte.

O fio de uretano, que não pode ter boqueira nem estar muito ressecado, se usado fora das especificações para as quais foi feito, pode esticar demais, perdendo a elasticidade e resistência, ficando perigosamente mais fino e fraco. Veja as especificações antes de comprar.

Uma cordinha deve ter ao menos o tamanho de sua prancha, respeitando o limite menor de 6 pés. Quando muito curta vai puxar sua perna e pode fazer a prancha voltar muito rápido em sua direção, além de facilitar que a prancha parta ao meio.

Se a cordinha for longa demais pode te arrastar muito tempo por baixo da água num caldo. Além disso, você levará muito mais tempo para conseguir pegar sua prancha no meio da série.

Lave sempre seu equipamento com água doce e deixe secar à sombra com o velcro fechado.

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